segunda-feira, 16 de maio de 2011

João 14.21-31

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. Disse-lhe Judas (não o Iscariotes): Senhor, de onde vem que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo? Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou. Tenho-vos dito isto, estando convosco. Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque meu Pai é maior do que eu. Eu vo-lo disse agora antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis. Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim; mas é para que o mundo saiba que eu amo o Pai, e que faço como o Pai me mandou. Levantai-vos, vamo-nos daqui.


Quando Jesus diz que aquele que O ama guarda seus mandamentos não significa que devemos ter os mandamentos todos de cor, ou ter uma Bíblia aberta no Salmo 91 no meio da sala, ou a ler todos os dias. Guardar os seus mandamentos é levar uma vida comprometida com a Sua Palavra, que a lê diariamente sim, mas que isso não é mero ritual, que essa leitura deve ser feita para meditar nos ensinamentos dela e ter uma vida transformada diariamente. Amar a Deus não é sair pregando, apesar de poder ser uma atitude de quem O ama e deseja espalhar sua mensagem. Amá-lo é ter uma vida digna com a que Ele espera de nós. E todo aquele que verdadeiramente o ama, não pelo que espera receber, mas pelo que Ele é não deve se preocupar, pois Ele nos traz paz. Não a paz que temos pela falta de guerra, não a paz que é uma bandeira branca contra a violência, mas a paz interior que em meio a qualquer turbulência pode ser sentida e que nada há de abalar.

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